segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
FIM DE ANO
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
PETIÇÃO 10, SENTENÇA 10
segunda-feira, 7 de junho de 2010
CONFRATERNIZAÇÃO
sexta-feira, 4 de junho de 2010
DADOS ESTATÍSTICOS - MAIO
terça-feira, 23 de março de 2010
JUSTIÇA GAÚCHA NA TV
quarta-feira, 3 de março de 2010
GESTÃO DE GABINETES
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
FINAL DE ANO
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
CONFRATERNIZAÇÃO
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
MESTRADO
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
PRÊMIO INNOVARE

O Prêmio Innovare foi criado para identificar, premiar e divulgar práticas inovadoras do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e da Advocacia que estejam contribuindo para a modernização dos serviços da Justiça. Em 2009, ano da sexta edição do Prêmio Innovare, os interessados poderão inscrever suas práticas conforme o tema escolhido pelo Conselho Superior do Prêmio: Justiça Rápida e Eficaz
As práticas inscritas serão avaliadas por consultores especializados e julgadas por personalidades do mundo jurídico, acadêmico e empresarial que integram a Comissão Julgadora. A premiação valorizará práticas que se revertem em benefício direto da população, aumentando a segurança pública e pacificando a sociedade. O Prêmio Innovare é uma realização do Instituto Innovare e conta com o apoio da Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB, do Ministério da Justiça, por meio da Secretaria de Reforma do Judiciário, da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público - CONAMP, da Associação Nacional dos Defensores Públicos – ANADEP, da Associação Nacional dos Juízes Federais – AJUFE, da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, da Associação Nacional dos Procuradores da República - ANPR e das Organizações Globo.
O site do Prêmio Innovare é www.premioinnovare.com.br.
Está disponível nesse site, em http://www.premioinnovare.com.br/innov/arquivos/ver/a%20reforma%20silenciosa%20da%20justi%E7a.pdf o download do livro “A Reforma Silenciosa da Justiça”, em que foram publicadas as boas práticas de gestão premiadas no I Prêmio Innovare”, onde consta inclusive, nas fls. 416 e s., o artigo “Sessão de Julgamento Informatizada e Assinatura Digital”, apresentado pelo nosso TJRS, de autoria de EDUARDO HENRIQUE PEREIRA DE ARRUDA, na época Diretor de Informática. A respeito dessa prática, publicamos no BLOG um “Esclarecimento” em 27 de maio de 2009.
O Gabinete inscreveu a proposta do desenvolvimento de “blogs” ou “sites” na Internet para os gabinetes dos magistrados como ferramenta de trabalho e de gestão da sua atividade, sendo responsáveis pelo projeto Ney Wiedemann Neto (desembargador) e Thiago Fagundes Rosenfeld (assessor).
Inscrição de Prática
Identificação da prática
Título da prática BLOG DO GABINETE DE DESEMBARGADOR
Categoria Juiz individual
Como ficou sabendo do Prêmio Site
Endereço AV. BORGES DE MEDEIROS, 1565, gabinete 625, Tribunal de Justiça
Cidade Porto Alegre - CEP 90110906
Estado RS
Descrição resumida No BLOG DO GABINETE DE DESEMBARGADOR, Ney Wiedemann Neto - http://gabnwneto.blogspot.com - o magistrado e a sua equipe de trabalho divulgam informações relacionadas com as atividades do gabinete, tais como a pauta e resultados de julgamentos, além de dados estatísticos e demais informações. O propósito do blog foi de aumentar a transparência de suas ações, para conhecimento da sociedade em geral. Busca a interação com a comunidade jurídica, oportunizando o diálogo a respeito de temas relacionados com a jurisdição e com a administração judiciária, a fim de aperfeiçoar os resultados do serviço.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
XX CONGRESSO BRASILEIRO DE MAGISTRADOS

Na ocasião o Des. Ney sustentará as duas teses que apresentou ao Congresso e que já foram aceitas pela Comissão Técnica e publicadas no site do evento:
1) BLOG DO GABINETE DO MAGISTRADO.
2) INTELIGÊNCIA DE NEGÓCIOS.
O inteiro teor dessas duas teses e de outras seis teses apresentadas por outros magistrados pode ser acessado no link de teses do congresso:
http://www.amb.com.br/congresso/?secao=teses&ss=teses
Essas mesmas propostas, além da idéia da utilização do indicador “Taxa de Acervo” como ferramenta de monitoramento da produtividade dos magistrados (já explicada neste blog) e da sugestão de criação de uma Comissão Mista no TJRS (exclusivamente para o 2º grau de jurisdição) envolvendo a OAB, o MP, a Defensoria Pública e a PGE, além de Desembargadores indicados pela Administração já foram apresentadas por escrito e fundamentadamente pelo Des. Ney ao Presidente do TJRS, Des. Armínio José Abreu Lima da Rosa, com o propósito de contribuir concretamente para a melhoria da prestação jurisdicional e das relações institucionais com os demais parceiros do Poder Judiciário.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
AUDIÊNCIA COM O DESEMBARGADOR
Da mesma forma, pedidos de prioridades (idosos, p.ex.) ou preferências de julgamentos, bem como o envio de memoriais, poderão ser feitos através deste e-mail gabnwn@tj.rs.gov.br, em caráter experimental, buscando-se através desta inovação a modificação regimental para consolidá-la, se a dinâmica for proveitosa aos destinatários (advogados).
Recomendamos aos advogados que cadastrem seus e-mails neste BLOG, pois receberão assim atualizações de postagens, inclusive comunicações a respeito da retirada de pauta de julgamentos de processos e de inclusão na sessão para julgamentos de processos não pautados (embargos declaratórios, voto-vista, etc.).
sexta-feira, 5 de junho de 2009
SESSÕES DO ANO DE 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
E-MAIL SETORIAL

Pretendemos facilitar o contato dos advogados, os quais poderão encaminhar pedidos de preferência (idosos e deficientes, por exemplo), agendamento de audiências e memoriais por e-mail.
terça-feira, 12 de maio de 2009
MONOGRAFIA
Des. Ney publicou monografia em sua Pós-Graduação no Programa de Capacitação em Poder Judiciário da Escola de Direito da FGV/Rio de Janeiro.O trabalho apresentado teve por finalidade identificar a situação atual do modelo de gestão do Tribunal de Justiça do Estado do R.G.S., no que tange à implantação da metodologia da Qualidade Total e questionar a possibilidade de este tribunal adotar o Planejamento Estratégico como ferramenta de gestão. Para atingir esse objetivo, a monografia trouxe uma breve revisão da estrutura organizacional do Tribunal de Justiça do Estado do R.G.S., bem como um estudo dos fundamentos teóricos da metodologia do Planejamento Estratégico como ferramenta de gestão e a sua viabilidade em face dos tribunais.
Link para Download da monografia:
quarta-feira, 6 de maio de 2009
ADESÃO DO GABINETE AO PLANO DE GESTÃO PELA QUALIDADE DO JUDICIÁRIO
No mês de agosto de 2008, foi realizada a cerimônia que marcou a adesão do gabinete do Desembargador Ney Wiedemann Neto ao Plano de Gestão pela Qualidade do Judiciário(PGQJ). A solenidade contou com a presençado Juiz-Corregedor e Secretário Executivo do PGQJ, Sandro Luz Portal.
Segundo o compromisso assumido por meio do termo de adesão, o Gabinete deverá contribuir para o alcance dos objetivos traçados e promover a capacitação de toda a equipe, permitindoa implantação do gerenciamento da rotina. Para o magistrado, que já colabora como consultor interno do Escritório da Qualidade desde 1998, é muito importante levar também para o 2º Grau as boas práticas de gestão de processos de trabalho que já se encontram mais desenvolvidas e disseminadas no 1ºGrau.
O Desembargador Ney integra o grupo de julgadores que são alunos do Curso de Mestrado em Poder Judiciário da FGV Direito Rio, em convênio com o TJ. Explicou que a sua dissertação estuda as rotinas de trabalho em gabinetes de magistrados do 2º Grau que buscam melhorar a prestação jurisdicional, em termos de eficiência, a partir do aperfeiçoamento das rotinas administrativas usando a metodologia da Qualidade Total.
(fonte: informativo on-line do TJRS)
terça-feira, 5 de maio de 2009
EQUIPE DO GABINETE

segunda-feira, 4 de maio de 2009
ENTREVISTA COM O DESEMBARGADOR
Desembargador Ney Wiedemann Neto: “O Juiz deve buscar ser mais humanizado,participar da sociedade e conhecer a realidade humana em que vai decidir”
Dentre seus projetos profissionais, o Desembargador Ney Wiedemann Neto revela a intenção de compartilhar conhecimentos de gestão em benefício dos jurisdicionados e do Tribunal de Justiça. O magistrado cursou Mestrado em Poder Judiciário, ministrado pela Fundação Getúlio Vargas, cuja dissertação aborda a administração do gabinete de Desembargador: aspectos de liderança, monitoramento e padronização dos processos de trabalho, além de fixação de indicadores para medir a produtividade.
Confessa o respeito e admiração pelo avô, falecido Desembargador Ney da Silva Wiedemann, exemplo que lhe motivou a ingressar na magistratura. Antes de chegar ao Poder Judiciário, o magistrado também atuou como Advogado e avalia que a experiência proporciona ao novo Juiz mais maturidade e experiência de vida, “além daquela que se adquire nos livros”.
Destaca a iniciativa inédita da Justiça Estadual com o “Projeto Poupança”, convertendo ações individuais em liquidação de sentença proferida na demanda coletiva. “Essa experiência pioneira serviu de laboratório para a geração de uma nova cultura, em termos de processo coletivo.” Aborda, entre outros assuntos, as vantagens do uso das ferramentas da Gestão pela Qualidade para uma prestação jurisdicional mais efetiva.
O senhor é Consultor Interno do PGQJ – Plano de Gestão pela Qualidade do Judiciário do TJRS. Quais são as vantagens da utilização da metodologia da Qualidade na atividade do Juiz?
Para a sociedade, a vantagem é que o resultado dos serviços judiciários tende a ser mais eficaz, no sentido de apresentarem menos erros, tempo de espera e custos. A Gestão pela Qualidade divide-se na vertente humana, que trata das relações pessoais no ambiente do trabalho, e na vertente técnica, que cuida das ferramentas de controle dos processos de trabalho. Aborda, então, aspectos de liderança, de valorização das pessoas e de padronização de rotinas que simplifiquem as tarefas.
Quando se fala na crise de efetividade do Poder Judiciário, em razão do enorme volume de serviço, o primeiro pensamento é aumentar o número de magistrados e de servidores. Porém, por limitações orçamentárias e legais, isso não é possível. A solução é desenvolver métodos de trabalho que consigam aumentar a produtividade para que, com a mesma quantidade de recursos humanos e materiais, consigamos dar o atendimento necessário aos processos.
Gostaria que o senhor discorresse um pouco sobre experiências e atividades na trajetória pelo 1º Grau.
Exerci a Advocacia antes de ser Juiz e a experiência foi muito enriquecedora. Permitiu-me compreender melhor a percepção do processo do ponto de vista do Advogado. Isso traz ao novo juiz mais maturidade e experiência de vida, além daquela que se adquire nos livros. Já na Magistratura, trabalhei três anos em Osório (1ª Vara Judicial), na entrância Inicial, e três anos em Soledade (2ª e 3ª Varas Judiciais), na entrância Intermediária. Depois fui promovido para Porto Alegre, onde me classifiquei na 8ª Vara Cível – 1º Juizado. Em fevereiro de 2001 fui convocado ao Tribunal de Justiça, onde trabalhei em algumas Câmaras Cíveis, atuando em regimes de exceção ou em Câmaras Especiais, até ser promovido a Desembargador.
Além disso, tive a honra de participar da vida associativa na AJURIS – Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul. Integrei as diretorias nas gestões dos Desembargadores José Aquino Flôres de Camargo, Carlos Rafael dos Santos Júnior, Denise Oliveira Cezar e, atualmente, Carlos Cini Marchionatti, como Diretor do Departamento de Informática. Também estou exercendo o mandato como membro eleito do Conselho Deliberativo da AJURIS, para o biênio 2008-2009.
Na Escola Superior da Magistratura da AJURIS sou coordenador do módulo de Prática Civil do Curso de Preparação à Magistratura, onde leciono as disciplinas de Prática de Sentença Civil e de Gestão da Qualidade e supervisiono o estágio profissional dos alunos nos gabinetes de magistrados. Também sou coordenador do Núcleo de Estudos de Direito Empresarial (NEDE) da Escola.
Sobre o perfil do juiz, atualmente, há uma idéia que ele deve ter capacidade de gestão. Inclusive o senhor cursou Mestrado em Poder Judiciário na Faculdade de Direito da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro. Qual a abordagem de sua dissertação?
Minha dissertação aborda a gestão do gabinete do magistrado no âmbito do Tribunal de Justiça. Um Desembargador tem uma equipe, em geral, com seis colaboradores: são três assessores, o secretário e dois estagiários. O Juiz é o gerente do seu gabinete, desta unidade produtiva, e ele precisa trabalhar com a sua equipe para atingir os melhores resultados no julgamento dos processos que ele recebe todos os meses. Então, minha dissertação aborda a gestão do gabinete do Desembargador: aspectos de liderança, de monitoramento dos processos de trabalho, de fixação de indicadores para medir a produtividade e assim por diante.
O que o senhor projeta, a partir do momento em que foi promovido a Desembargador, para essa sua nova fase na carreira?
Pretendo, além de atuar em câmaras cíveis, dar a minha colaboração também na área de gestão. O próprio convênio que o Tribunal fez para proporcionar o mestrado aos magistrados com a Fundação Getúlio Vargas prevê a reciprocidade, no sentido de que os magistrados devem retribuir, colaborando com a divulgação e multiplicação dos conhecimentos adquiridos. A própria publicação das dissertações, através da “Coleção Administração Judiciária”, já é um exemplo disso, além da participação dos colegas que se interessam pela temática, como eu, em seminários ou cursos de atualização.
Como surgiu a motivação para a carreira da Magistratura?
Acredito que o fato de o meu avô Ney da Silva Wiedemann ter sido Desembargador, e de ser uma pessoa que eu admirava e respeitava muito, tenha influenciado a minha escolha. Sempre tive no meu avô um modelo. Ele também foi professor na UFRGS e na PUC, lecionou Direito Comercial e Direito Internacional Privado. Muitos professores meus na Faculdade de Direito da UFRGS e Desembargadores com quem convivi no início de minha carreira foram alunos dele, e contavam-me histórias sobre o meu avô com carinho e apreço. Ele faleceu quando eu tinha sete anos de idade. O meu pai era membro do Ministério Público quando faleceu, aos 49 anos de idade, de hepatite, era Procurador de Justiça. Na época, eu tinha três anos e por isso tenho poucas lembranças dele, ao contrário do meu avô, de quem recordo melhor.
Na sua avaliação, o que é necessário para ser Magistrado, além de conhecimento técnico e jurídico?
O Juiz deve ter valores éticos, sensibilidade para se colocar no lugar das pessoas que julgará, ter aquela visão da realidade humana que irá decidir. Essa humanização do Juiz é possível quando ele participa ativamente da sociedade e não permanece isolado no papel de magistrado, acumulando apenas conhecimento jurídico.
Um dos caminhos que permite ao magistrado sua humanização é através de movimentos ou associações, em que outros temas, como filosofia e religião, são debatidos. O próprio trabalho voluntário em alguma instituição é uma forma de qualquer pessoa dar a sua contribuição para a sociedade e, nesse contato com as necessidades dos outros, ampliar a sua visão a respeito da vida. Eu, em particular, sou espírita, frequento e trabalho em um Centro Espírita. Essa atividade é muito enriquecedora e gratificante para mim.
Também participo das reuniões periódicas da ABRAME - Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas. Essa associação reúne os magistrados espíritas ou simpatizantes do espiritismo que buscam se tornar pessoas mais humanizadas, no sentido de estudar a Doutrina Espírita e a aplicação dos seus valores no mundo jurídico. A Desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira é a delegada da ABRAME no Estado, e muito bem desempenha a tarefa de congregar os magistrados em torno do ideal de avaliar os seres humanos como seres espirituais em evolução, cuja dignidade deve ser respeitada, independentemente da história de cada um.
Tramitam atualmente milhares de ações discutindo perdas nas cadernetas de poupança em razão de planos econômicos. Qual é a vantagem das ações coletivas?
Muitas pessoas ingressaram com ações individuais de cobrança contra os bancos, reclamando diferenças de correção dos depósitos em cadernetas de poupança. Ao mesmo tempo, foram ajuizadas ações coletivas contra os mesmos bancos que já foram julgadas procedentes, beneficiando a todos. Esse fato tornou as ações individuais algo desnecessário. Não haveria mais razão para que as ações individuais prosseguissem. São milhares de ações que lograriam, ao fim e ao cabo, obter o mesmo resultado condenatório que aquelas sentenças nas ações coletivas já haviam conseguido.
O que se decidiu, em benefício da sociedade, foi evitar o retrabalho. Como medida de economia processual, entendeu-se de aproveitar a primeira ação como liquidação de sentença individual. De ofício, os Juízes converteram as ações de cobrança individuais, que não tinham mais objeto, em ações de liquidação individual da sentença da ação coletiva, evitando o retrabalho em milhares de processos.
Essa experiência pioneira serviu de laboratório para a geração de uma nova cultura, em termos de processo coletivo. Atualmente, está em fase de elaboração uma nova lei que cuidará das ações coletivas e um grupo de Juízes de nosso Estado, que atua no “Projeto Poupança”, está contribuindo com isso.
A atividade jurisdicional exige muita dedicação. O que ajudaria a organizar melhor esse trabalho para o Juiz poder administrar melhor o seu tempo?
A carreira do Juiz tende à especialização. No início, é chamado a julgar processos versando sobre inúmeras matérias. Porém, nas mudanças de entrâncias, chegando à capital e, por fim, ao Tribunal, as matérias ficam cada vez mais restritas. No momento em que trabalhamos com especialização, tendemos a conseguir administrar e cuidar melhor do tempo, pois é menor o número de matérias que temos que estudar para os julgamentos. Com isso, conseguimos manter o serviço organizado e em dia e com um resultado de maior qualidade, pelo aprofundamento que é possível dar ao estudo dos temas, em menor diversidade do que no começo da carreira.
PERFIL DO DESEMBARGADOR NEY WIEDEMANN NETO
Desembargador Ney Wiedemann NetoNaturalidade: Porto Alegre/RS
Nascido em 14 de julho de 1965, é casado e tem três filhos.
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela UFRGS na turma de 1987.
Concluiu com aproveitamento o curso de preparação à magistratura na Escola Superior da Magistratura da AJURIS em 1988. MBA e Mestrando em Poder Judiciário pela Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ), em 2007 e 2008.
É co-autor de duas obras sobre Direito Empresarial e tem artigo publicado na Revista da AJURIS.
Professor de Prática Civil e de Gestão da Qualidade da Escola Superior da Magistratura da AJURIS, desde 1999.
No Tribunal de Justiça do Estado é membro da Consultoria Interna de Coordenação Executiva do Plano de Gestão pela Qualidade do Judiciário (PGQJ) desde 1998. Também integrou a Comissão de Racionalização dos Serviços Cartorários da Justiça de 1º Grau em 2004.
Nomeado Juiz de Direito em dezembro de 1989, exerceu a jurisdição de 1º Grau, como titular, na 1ª Vara da Comarca de Osório, na 2ª e na 3ª Varas da Comarca de Soledade e na 8ª Vara Cível, 1º Juizado, da Comarca de Porto Alegre.
Exerceu a jurisdição eleitoral nas respectivas zonas eleitorais das Comarcas de Osório e de Soledade, bem como a Direção do Foro.
Convocado ao Tribunal de Justiça em fevereiro de 2002, onde atuou em nove Câmaras Cíveis, até sua promoção ao cargo de Desembargador.
Teve participação associativa como coordenador na 13ª Coordenadoria da AJURIS. No Conselho Executivo da AJURIS, participa desde 2002. Já foi Subdiretor do CAJUR e Diretor do Departamento de Coordenação de Processos Administrativos. Diretor do Departamento de Informática da AJURIS para o biênio 2008-2009. Membro eleito do Conselho Deliberativo da AJURIS, para o biênio 2008-2009.
Tomou posse como Desembargador do TJRS em 15/12/2008.









